Os
dias tem sido de total blackout
linguístico. É como se o esforço fosse em vão mediante tantos pensamentos
soltos e aleatórios. Falta atenção, concentração, inspiração e um pouco de
paciência. A mente anda melindrosa, vagando como um vagabundo solitário na
boêmia carioca. Só que não há bebidas, nem o som dos batuques humildes adoçados
com o balançar de uma morena. É só um longo filme mudo e em preto e branco que
contrariaria bastante a irreverência de um Chaplin. E o problema de perder as
palavras é que somente elas podem te achar. Acho que me escondi bem desta vez.
Já soltei sinalizadores textuais e gritei hiperbolicamente em uníssono tom de
ajuda, mas não adianta...
E para lutar contra a agonia de uma mão que não segura o lápis com a mesma firmeza, só me resta apreciar as boas divagações dos talentosos e esperar que elas voltem.
http://jecoidzar.blogspot.com.br/2013/07/so.html Sei lá, só lembrei.
ResponderExcluirSeu blog me veio à cabeça hoje cedo... E olha que há muitos anos não o via.
ResponderExcluirAdorei o post!
É bem o que nos traduz hoje... Quando perdemos nossos direitos simplesmente por omissão, já que nem tenho a força de vontade dos manifestantes que marcaram as ultimas revoltas do busão e muito menos a dos protestantes do Greenpeace... Não tenho por saber que nesse meio todinho de gente, sei que raramente serei ouvida. Então, prefiro mesmo perder, aparentemente, por omissão... Mas é mais preguiça mesmo... das pessoas.
Enfim, te entendo muito bem!