domingo, 17 de outubro de 2010

Quem ri por último.. é um babaca.

         Não, quem ri por último não ri melhor. Quem um dia falou isso, provavelmente foi alguém que perdeu algo e tentou amenizar sua frustração tentando passar uma inverdade, contando uma mentira tantas vezes até que ela virasse verdade. Pura baboseira. O motivo desse post? Mulheres. Depois de ver um tanto de coisa ao meu redor, e vivenciar um outro tanto, bateu a vontade de escrever sobre isso. Quero deixar claro que isso aqui não é nada preconceituoso, apenas uma constatação do que eu acho, com base no que eu vejo. Por favor meninas, não briguem comigo depois :P Muita calma nos comentários.

         Saber lidar com as pessoas é algo muito difícil, e quando isso vira um relacionamento com uma mulher, ah, ai é complicado. Isso porque a linha que divide o otário do cara interessante, é tênue. É como andar numa corda bamba, num quarto escuro, com uma bandeja de copos, e um gato arranhando suas costas. Depois de um longo tempo de análises, você chega a conclusão de que definitivamente, mulher alguma gosta dos caras manés.  Mas ao mesmo tempo, não é bacana ser o escroto que pensa que elas não sentem. 

             O importante, é ter a sensibilidade para saber quando ligar, como falar, como demonstrar interesse, atenção, mas também deixar claro que você vive muito bem sem ela. Aliás, todos podem e conseguem viver sozinhos , só que alguns não admitem por acharem isso duro demais. Mas o ideal mesmo seria se não houvesse esse jogo, essa meio que competição da coisa. Se ninguém ficasse com um pé atrás, tudo fluiria bem. Nada de babacas, escrotos, palhaços ou cordas bambas. Enquanto isso, vai todo mundo brincando de malabarismo, caindo aqui, ali.. vai quem um dia a coisa muda.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Ser Palhaço

            Hoje estava voltando para casa, e reparei em algo que me chamou atenção: Um palhaço no sinal. Mas não era um palhaço qualquer. Por algum motivo aquela pessoa me transmitiu paz, tranqüilidade. Comecei a imaginar como deveria ser o dia dele. Passar um dia inteiro no sinal, tentando ganhar algum trocado, fazendo malabarismo no calor, porque acredite, o sol de Natal às 11h quando você está num sinal da BR castiga. E o calor é grande. Vendo todos aqueles carros e pessoas passarem, indo e vindo. E acima de tudo, manter aquela alegria, mesmo que aparente. Um sorriso. Isso sim é uma coisa difícil de se ver, e fazer.

             A gente costuma voltar para casa meio nervoso, com a cara fechada, pensando que não tempo pra isso ou aquilo, que as provas estão chegando, que o trabalho está apertando... E é preciso de vez em quando um “choque” de realidade assim, pra percebermos que a vida é mais que isso sabe? Meio clichê, mas não é sempre que a gente percebe isso. E acho que o mais interessante, é ao menos tentar tirar essa lição e aplicar um pouco disso. Difícil manter um belo sorriso com tantos problemas, mas acho que vale o esforço. Além de um pouco mais de alegria, você pode ser o palhaço de alguém. Pense nisso ;)

domingo, 10 de outubro de 2010

Erros

   Primeiro de tudo, peço desculpas à todos os leitores pelo longo período de ausência por aqui. A verdade é que ando num ritmo de constante mudança, com uma rotina bem cheia e uma preguiça que, com a menor brecha, tenta tomar conta de tudo. Mas cá estou eu, tentando retomar o ritmo literário novamente. 

   Nesse tempo em que estive ausente, passei por algumas mudanças. Umas leves, outras nem tanto. Fato que vivemos em mudança constante, mas, esses últimos tempos foram um pouco mais intensos nesse quesito. E quando isso vai acontecendo, a gente vai deixando pra trás antigos hábitos, adquirindo novos. É quando a gente para e olha pra trás, e vê com mais clareza os erros que estavam tão escancarados, mas por algum motivo a gente não os enxergava. Vai ver, isto faz parte do processo de se aprender. E mudando, a gente vai percebendo como a vida é frágil, simples. Vamos vivendo, caminhando, sem parar e assimilar o que está à nossa volta.Sabe inércia?

   A verdade é que hoje eu estou numa ‘vibe’ meio saudosista, meio pensativa da coisa. Nada como um dia levemente ocioso para causar isso. Queria corrigir alguns erros cometidos, mudar algumas características e deixar as coisas bem encaixadas. Ah, queria.. Mas não dá. Alterar isso seria como mudar o que me levou a escrever este texto - paradoxo? . A essência não se perde, e nem se altera facilmente. É mais fácil ter um momento desses, parar de fazer tudo e analisar os eventos ao seu redor. Pesar erros, acertos e fazer o que for necessário para melhorar sabe-se lá o que. Afinal, de que serve passar por tantas experiências se o objetivo não for crescer?

Que bom que hoje eu cresci um pouquinho. Aprendi um pouco mais sobre como lidar com coisas que dão errado, sobre paciência, sobre como ser feliz num domingo chato e sobre as coisas simples que me fazem feliz. Aprendi um pouco também sobre como voltar a escrever, e tentar não errar nisso. Amanhã eu vou errar em alguma coisa, mas faz parte. Estar certo o tempo todo deve ser chato. 

   Preciso pegar o ritmo da escrita outra vez. Só pensar e não colocar no papel nos causa isso, textos não tão bem escritos. Pura falta de prática. Mais um erro, creio eu. Sem problema, alguns rabiscos aqui, uns posts ali e eu tento corrigir isso.